Eu sou apenas a mulher do homem que escolhi, mãe do filho que pari ou ainda um enxerto na carência de muitos. Sou todas e sou nenhuma. Portanto desconfie de qualquer uma delas. Você pode estar diante de uma franca ou uma dissimulada. Depende mais e sempre do olhar de quem vê.
O que importa não é quem eu sou, mas sempre a que eu posso ainda vir a ser. E, ao passear seus olhos por aqui, não esqueça: uma mulher, não importa qual, é sempre um mistério exposto.
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